O MENU Potage Frontange Relevés Mousse Chaude au Jambon (Mousse quente de presunto) Hérissons (Ouriços de pera com queijo de ovelha) Entreés Anges & Démons á cheval Já falamos sobre eles AQUI Coquille Saint Jacque salade avec sauce aux fraises (Sala de vieira com molho de morango) Digérer Champagne Sorbet Rôts Magret de canard à la cannelle avec des figues grillées Cailles en Sarcophage – codornas assadas com massa folhada Já falamos sobre ela AQUI Entremets Beignets d'aubergines à l'indienne (Berinjela frita a indiana) Fleur de citrouille farcies avec fromage (Flor de abóbora com queijos) Dessert Mousse de Pomme Cannelle (Mousse de fruta-do-conde) Panacotta de rosas Vins Madère retour de l'Inde 1810 Xérès 1821 Mouton 1945 Château Yquem 1929 Champagne Roederer frappé Frontange 4 xicaras de ervilhas frescas, cozidos em água e sal por alguns minutos e peneirada 3 xicaras caldo de galinha sal a gosto 4 colheres de chá de manteiga (opcional) 4 colheres de chá de ervilhas frescas cozidas 1/4 de xicara de creme de leite fresco 1/2 xicara de manjericão de folha larga (basil) fatiado em tirinhas e refogado levemente em um colher de chá de manteiga por um minuto cerefólio para enfeite Preparo: Adicione as 4 xicaras de ervilhas para o caldo de galinha e deixe ferver por um momento com sal, adicione a manteiga, retire do fogo, e bata no liquidificador até ficar um purê liso. Volte o purê para a panela e deixe ferver novamente. Para servir, adicione as erviljas restantes, o manjericão refogado, decore com, decore com folhas de cerefólio e pontos de creme de leite, servir. Mousse Chaude au Jambon 1kg de presunto 1/2 litro de molho bechamel 200g de creme de leite 8 ovos inteiros e mais 4 gemas 100g de manteiga molho de champignon para servir
Ingredientes
- 1/2 litro de leite
- 2 colheres de sopa de farinha de trigo
- 1 colher de manteiga
- Ingredientes para o molho de champignons
- 2 colheres sopa de manteiga
- 2 colheres sopa de farinha de trigo
- 1 copo de caldo de carne
- a agua dos champignons
- sal e pimenta
- 2 colheres de vinho madeira
- 1 vidro pequeno de champignons fatiados
Modo de Preparo
Hérissons
2 grandes peras
50 g de melaço de cana
Queijo de ovelha cortado em palitos para a crosta e gelado
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
2 colheres de sopa de azeite de oliva
sal e pimenta
alguns tomates cereja e ramos de salsa para decorar
Preparo: coloque os palitos de queijo pra curtir no vinagre e reserve na geladeira. Corte as peras ao meio, retire as sementes e pele. Coloque em uma panela e cubra com água, adicione o melaço e cozinhe em fogo médio por cerca de 15 min – a pera deve estar consistente, então fique de olho no cozimento para ela não amolecer demais. Escorra e reserve o líquido e deixe as peras esfriarem. Volte o caldo ao fogo até reduzir e virar um caramelo líquido. Faça pequenas incisões nas peras para colocar os palitos espalhando por toda a pera. Deixe descansar em temperatura ambiente antes de servir. Na hora de servir misturar o azeite, sal e pimenta e colocar por cima, e organizar com tomate cereja e salsinha.
Salada de Vieira com molho de morango
Ingredientes
9 vieiras frescas e limpas
1 colher de sopa de farinha
50g de folhas variadas
100g de geleia de Morango
3 colheres de sopa de vinagre neutro
3 colheres de óleo de noz
Morangos frescos
Sal e pimenta
Azeite e vinagre
Preparo: Adicione a geleia, o vinagre e o óleo de noz em um pote limpo. Cubra-o e agite os ingredientes até que obtenha um molho. Adicione sal e pimenta a gosto. Corte as vieiras limpas em pedaços de ½ cm. Salpique sal e cubra-as com farinha. Frite rapidamente a um fogo alto, certificando de que elas não cozinhem. Adicione sal e pimenta a gosto na salada, borrife o azeite e o vinagre. Adicione os morangos frescos por cima. Distribua a salada em pratos e coloque os pedaços de Vieira ao lado. Enfeite a salada com o molho de morango.
Champagne Sorbet
2 copos de champanhe brut
1 e 1/3 copos de açúcar
2 colheres de sopa Suco de limão
1/2 xícara de água com gás
Preparo: Aqueça o champanhe, água com gás, suco de limão e açúcar em fogo médio até que o açúcar se dissolva. Retire a mistura do fogo e leve à geladeira por uma hora. Para produzir o sorbet, ou 1) siga as instruções da sua sorveteira (máquina) ou 2) congelar o sorvete por 2 horas, e depois disso bater a mistura gelada um processador de alimentos ou liquidificador a cada 20 minutos. Deixe o sorvete em seu freezer em até que atinja a consistência desejada e depois servir. Faz cerca de 2 xícaras de sorvete.
Magret de canard à la cannelle avec des figues grillées
Ingredientes
2 peitos de pato;
4 figos frescos e ainda firmes;
3 colheres (sopa) de mel;
1 colher (café) de canela;
1 colher (chá) de noz-moscada;
50 g de manteiga;
Folhinhas de 4 a 5 raminhos de tomilho;
1 dose de vinho do Porto;
Sal e pimenta-do-reino a gosto;
Preparo: Tempere os peitos de pato (do lado da pele) com a canela, a noz-moscada e a pimenta-do-reino. Enrole em filme plástico e deixe descansar na geladeira enquanto apronta os figos. Corte os figos em dois. Coloque a manteiga numa frigideira. Ao derreter, junte o mel, uma pitada de sal e as folhinhas de tomilho. Coloque os figos com a parte aberta para baixo e deixe por 15 minutos, em fogo baixo. Após os 15 minutos, junte o vinho do Porto e aumente o fogo por 2 minutos. Retire os figos e reserve em um prato, conservando o molho na frigideira. Se preciso, deixe-o mais um pouco no fogo para adensar. Faça incisões em xis na pele do magret. Coloque-os em uma frigideira antiaderente, em fogo médio, com a pele para baixo (não é necessário colocar óleo). Deixe-os desse lado por 10 minutos, vire, tempere a carne com sal e pimenta a gosto, e deixe por mais 5-8 minutos. Retire os peitos de pato e conserve-os em local aquecido (no forno com a porta aberta, por exemplo), por alguns minutos. Isso é importante para a carne ficar mais macia. Enquanto isso, aqueça o molho de vinho do Porto e os figos. Em seguida, corte cada magret em tiras e arrume-os nos pratos. Despeje o molho na carne, ajeite os figos do lado e decore com ramos de tomilho.
Berinjelas a indiana
2 berinjelas
1 dente de alho
2 raminhos de hortelã
1 ovo
1 iogurte grego
120 g de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
300ml de agua gelada
óleo de amendoim para fritar
1 pitada de caril
1 pitada de cominho
1 pitada de pimenta
sal
Preparo: Descasque e amasse o alho, pique as folhas de hortelã. Em uma tigela, misture o iogurte grego com alho, hortelã picada, pimenta, sal e pimenta. Misture rapidamente e reservar. Peneire a farinha com o fermento sobre uma tigela. Adicione o ovo inteiro, caril, cominho e uma pitada de sal. Enquanto bater, despeje lentamente a agua gelada. A massa deve ser suave e fluida. corte a berinjela em fatias finas. Mergulhe-as na massa e , progressivamente , frite-as no óleo quente. Removê-los quando douradas . Escorra, seque em papel toalha, coloque sal e sirva com o molho de iogurte grego.
Fleur de citrouille farcies avec fromage
4 flores de abóbora
½ Ricota Fresca processada
2 queijos Lunarella picados em cubos pequenos
1 pitada de noz moscada
1 xícara de queijo italiano Grana Padano ralado
Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
1 colher de azeite
Preparo: Temperar a ricota com sal, pimenta, azeite, ½ xícara do queijo ralado e colocar os pedaços da Lunarella. Dividir em 4 porções no formato de kibes e rechear as 4 flores, colocar em uma assadeira, polvilhar com o queijo ralado restante, levar ao forno máximo até que esteja bem quente, retirar, regar com pouco azeite e servir em seguida.
Mousse de Fruta-do-Conde
1 Lata de leite moça
1 Lata de creme de leite
50 g Gelatina, sem sabor
6 Claras em neve
10 Frutas do conde
2 Xícaras de creme de leite frescosementes de papoula pra decorar
Preparo: Abra as frutas do conde ao meio, com uma colher de sopa, separando a polpa e caroços; Passe por uma peneira para separar a polpa dos caroços e reserve a polpa; Por os caroços em um tabuleiro e separar os gomos dos caroços; Junte os gomos à polpa que estava reservada e este resultado chamaremos de “fruta do conde”; Dissolva a gelatina em meia xícara de água gelada e leve ao banho-maria; Coloque, no liquidificador, o leite condensado, o creme de leite, a metade da “fruta do conde” e a gelatina; Bater tudo por dois minutos e reservar o creme que se formou; Junte a este creme as claras em neve; Enformar numa forma grande ou em forminhas individuais e levar à geladeira por 4 horas; Desenforme e cubra com a outra metade das “fruta do conde” batida no liquidificador que foi reservada. decore com semente de papoula. Obs.: Se preferir use outra calda de sua preferencia.
Panacotta de rosas
500ml de creme de leite fresco
200ml ou 1 xícara de leite
1/2 pacote (ou 15g) de gelatina incolor em pó
1 xícara de açúcar
1 fava de baunilha
1/4 xícara de água de rosas
Pétalas de rosas comestíveis à gosto (opcional)
Preparo: Comece abrindo a fava de baunilha com uma faca pequena e bem afiada, faça um corte ao comprido dela, abrindo-a ao meio e raspe com a faca a pasta escura que fica no interior da fava. Coloque na panela o creme de leite, leite, açúcar e a baunilha – pasta e fava. Mexa até dissolver o açúcar. Leve ao fogo baixo, mexendo frequentemente, com o fogo bem baixo. A mistura fica no fogo até quase ferver. Mas atenção: NÃO PODE FERVER. Você vai saber o ponto porque a mistura vai fazer bastante fumacinha quando você estiver mexendo. Retire a mistura do fogo, deixe esfriar por dez minutos e adicione a gelatina já hidratada e a água de rosas e as pétalas de rosas. Mexa e separe em forminhas que você possa desenformar. Interessante untar as formas com um pouquinho de óleo de canola, girassol, que não são muito fortes, – se não tiver usar óleo de soja mesmo. Leve à geladeira por 3 horas. Na hora de servir, raspe os cantos da forminha pra soltar a panna cotta e vire-a no prato. É só colocar sua calda de preferência.
Postado por S.A.R. Ewerton Reubens Coelho Costa – Arquiduque de Chantilly; Duque de Cognac; Conde de Stroganov; Barão de Gourmandise e Grão-Mestre desta Confraria às 20:04 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Zabaglione, sabayon ou zabaione ?
Feliz Ano Novo – acho que estou um pouco atrasado pra isso, não é? De qualquer forma, gostaria de desejar boas coisas para vocês que gastam um pouquinho do seu tempo lendo os escritos desta confraria. Desculpem as poucas postagens, mas fui acometido por um problema ocular que me impossibilitou de escrever – estou melhorando e, aos poucos, voltarei ao ritmo normal.
Para começar as postagens de 2014 eu queria algo bem tradicional, e que pudesse ser feito doce e salgado, para eu não ouvir reclamações sobre a minha “essência de formiga”. Por sorte encontrei algo que se enquadrou neste meu desejo. Vou falar do Zabaione, tradicionalmente doce, mas que pode ser salgado para acompanhar os frutos do mar, peixes e saladas.
Zabaglione ou zabaione, como também está escrito, é uma sobremesa italiana que consiste em gemas de ovos, açúcar e vinho (normalmente Marsala) levado junto ao fogo até virar uma espuma cremosa que é, geralmente, servida em taças. Torou-se muito popular no início do século XIX graças aos franceses que, ainda lhe chamam, de sabayon. Era dos pratos mais luxuosos do tipo caudle – "caudle" era originalmente uma bebida quente feita de cerveja ou vinho, engrossado com gemas de ovos e adoçado com açúcar ou mel. Era bastante popular na Europa Medieval. Por volta do século XVI o termo caudle passou a designar as sobremesas tipo creme.
O zabaione já era conhecido desde o início do século XVI na corte florentina dos Medici, onde gemas de ovos, vinho Marsala, e açúcar eram batidos vigorosamente em banho-maria até engrossar e espumar. Há versões posteriores com creme de leite, incluindo uma congelada. Lesley Chamberlain, observa que uma versão do zabaglione também era popular entre a aristocracia russa no final do século XIX com o nome estranho de 'kogel mogel’ (sobremesa popular na Europa Oriental feita a partir de gemas de ovos , açúcar e aromas, como mel , cacau ou rum; seu nome ainda pode ter variações na sua escrita como Gogl-Mogl, Gogel-Mogel ou Gogle-mogle) . Isso foi no auge da cozinha imperial russo -francesa, então … provavelmente chegou em São Petersburgo, com um chef francês que estava acostumado a fazer sabayon.
Kogel Mogel
Na França, o nome sabayon também é aplicado a uma molho salgado, do tipo mousseline que é muitas vezes feito com champanhe, para servir peixes ou crustáceos." (Oxford Companion to Food, Alan Davidson [Oxford University Press:Oxford] 1999. p. 863)
Um causo antigo diz que este preparado foi "inventado" em 1500, perto de Reggio Emilia, por acaso. Diz-se que o capitão Emiliano Giovanni Baglioni chegou às portas da cidade e acampou ali. Como tinham poucos suprimentos, como era de costume na época, enviou alguns soldados para invadir os campos de colheita próximos. Mas, não encontrando muita coisa por conta da escassez do tempo, o Capitão fez um preparado com ovos, açúcar, algumas garrafas de vinho e ervas. Na ausência de outros ingredientes teve que misturar tudo o que tinha encontrado e deu aos soldados, que em vez da habitual sopa os oficiais ficaram bem animados como o preparado inovador. Po conta disso a primeira lenda sobre a derivação do nome viria de Giovanni Baglione falando num dialeto daquela área, que ficaria "Zvàn Bajòun" , que viraria "Zambajoun", Zabajone pra chegar finalmente a ser chamado de Zabaglione.
Outra tradição argumenta que esta preparação foi inventada, ainda no século XVI em Turim e foi chamado creme de San Baylon e, em seguida, apenas Sambayon para lembrar o franciscano Pasquale Baylon, padroeiro dos cozinheiros. Mas as fontes mais antigas e confiáveis sobre o zabaione vêm de Mântua. E’ de Mântua, a mais antiga receita conhecida, devida de um cozinheiro da corte da família Gonzaga.
Outra versão diz que em Veneza, no século XVII, usa um creme desse tipo teria surgido a partir da costa da Dalmácia, e solicita no dialeto Zabaja do que deriva seu nome. Outros acreditam que comemora Carlon Emmanuele I de Sabóia ou pode ser derivado da palavra sbaglione (grande erro). Clifford A. Wright, em seu livro Cucina Paradiso (1992), acredita que a palavra deriva dodialeto siciliano zabbina (de chicote), que em por sua vez, vem do árabe Zabade, que significa "espuma de água e outras coisas." (The Dictionary of Italian Food and Drink, John Mariani [Broadway Books:New York] 1998. p. 282)
Zabaione com pêssegos
No entanto, é provável que essas lendas sejam estórias, enquanto a difusão dos ingredientes e sua fácil disponibilidade levaram o creme a se tornar popular, podendo ser comido quente ou gelado – esta última forma já foi experimentada, inicialmente, na corte de Catarina de Médici. Mas seja qual for sua origem, a receita já está espalhada por toda parte, e a sua ligação com os vinhos licorosos (Porto, Marsala, Xerez, Rivesaltes, etc.), com a adição destes vinhos na mistura, levou o doce a ser considerado um excelente revigorante nos jogos do amor –se é que você me entende…
Desde 1960, nos restaurantes em áreas dos Estados Unidos com grandes populações italiana, o zabaglione é geralmente servido com morangos, mirtilos, pêssegos, etc. em uma taça de champanhe.
A sobremesa é muito popular na Argentina e no Uruguai, onde ainda é conhecido como sambayón. É um popular sabor de sorvete em gelados lojas da Argentina. Na Colômbia, o nome é sabajón. Na Venezuela, é chamada sambayón, há também uma bebida de sobremesa à base de ovo relacionado chamado ponche crema – este é consumido quase exclusivamente na época do Natal. No Brasil, é mais conhecido nas áreas de colonização italiana. Mas é uma preparação tão fácil que pode, perfeitamente, ser feita em qualquer região, sem déficit de ingredientes. Faça o seu.
[1891]
"Zabaione
3 gemas
30 gramas de açúcar de confeiteiro
9 colheres de sopa de Chipre, Marsala ou vinho Madeera.
Dobre estes valores para servir oito pessoas. Se preferir mais "animado", adicione uma colher de sopa de rum, adicionando uma colher de chá de canela em pó não seria uma má ideia. Com uma colher de pau bata as gemas com o açúcar até que fiquem quase brancos, em seguida, adicione o líquido, misture bem e coloque em fogo alto, mexendo sempre e tomando cuidado para não deixar a mistura ferver, porque nesse caso iria coalhar. Retire o zabaione da chama no momento em que começa a virar um creme. – -Science in the Kitchen and the Art of Eating Well, Pelligrino Artusi, originally published in Italian 1891, translated by Murtha Baca & Stephen Sartarelli [Marsilio Publishers:New York] 1997 (p. 521)
[1907]
"Sabayon.
Coloque 250 g de açúcar refinado e 6 gemas em uma tigela de estanho e bata até atingir o estágio de fita. Misture 2 1/4 dl (9 onças fluidas ou 1 1/8 copos americanos) de vinho branco seco; coloque em uma panela de água muito quente do lado do fogão e bata a mistura até que se torna espessa e espumosa. Sabor a gosto com açúcar de baunilha, o açúcar de laranja, açúcar de limão, ou 3 colheres de sopa de um bom licor, como Kirsch, Kummel ou Rum. Nota: Sabayon pode ser feito com outros tipos de vinhos finos, como a Madeira, Sherry, Marsala, Asti, etx Champagne. Neste caso, o vinho seleccionado substitui o vinho branco e não há necessidade ou qualquer outro aromatizante. "
— The Complete Guide to the Art of Modern Cookery, A. Escoffier, first translation into English by H.L. Cracknell & R. J. Kaufmann [John Wiley:New York] 1979 (p. 519)
O Zabaione ainda pode ser gratinado com frutas – esta é uma excelente ideia de apresentação.
[1975]
" Zabaglione
Um dos doces mais famosos e favoritos da Itália é do Piemonte. Feito com ovos batidos e Marsala , é servido quente ou gelado em copos pequenos . É também considerado um grande restaurador, tanto assim que é parte da linguagem: um jogador de futebol perder é recebido com vaias de ' Vá arranjar um zabaglione !
6 gemas
6 colheres de sopa de açúcar
12 colheres de sopa de vinho Marsala
A tigelas de cobre de fundo redondo é ideal para fazer tiramisu . Use o copo como a parte superior de uma caldeira dobro. Se você não tiver um, basta usar uma caldeira dobro ordinária. Coloque as gemas em qualquer recipiente que você está usando , adicione o açúcar e bata até ficar bem claro e fofo . Em seguida, coloque o recipiente em água quente, mas não fervente, continue batendo até que a mistura engrosse com a consistência de uma massa leve . Remover formar o calor , bata por mais alguns minutos , e nossa em 6 copos de sobremesa. Ele pode ser servido morno ou, se achamos que é muito melhor, frio. –The Romagnoli's Table, Margaret and G. Franco Romagnoli [Atlantic Monthly Press Book:Boston] 1975 (p. 252-253)
Zabaione de Proseco
4 gemas
4 colheres (sopa) de açúcar
6 colheres (sopa) de prosecco (ou outro espumante que tiver)
1/2 xícara de creme de leite fresco
Preparo: Levar as gemas e o açúcar em uma panela em banho-maria ao fogo e com a ajuda de um fuê bater até virar um creme. Juntar o prosecco e bater mais um pouco. Tire o creme do fogo direto para uma tigela apoiada em um recipiente com água e gelo para que não cozinhe mais. Mexa até esfriar.Em outra vasilha, bata o creme de leite fresco em ponto de chantilly. Misture o creme ao chantilly e coloque em tacinhas individuais e leve para gelar. Sugestão: Faça uma calda com açúcar e caramelize algumas castanhas de caju picadas grosseiramente. Sirva com o zabaione.
Filé de salmão ao zabaione
1,5 kg de filé de salmão
350 ml de caldo de peixe
350 ml de espumante
2 talos de aipos picados
1 cebola média
3 dentes de alho picados
2 folhas de louro
Alecrim a gosto
6 gemas
3 colheres (sopa) de caviar (opcional)
Sal e pimenta-do-reino a gosto
2 colheres (sopa) de cebolinha picada
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
Preparo: Tempere o salmão com sal e pimenta. Coloque numa fôrma com o azeite de oliva, a cebola, e o aipo. Adicione o caldo de peixe, 250 ml de espumante, o alecrim e as folhas de louro. Cubra com papel-alumínio e asse em forno preaquecido por 20 minutos. Peneire o líquido do cozimento, leve ao fogo com o resto de espumante e deixe reduzir pela metade. Bata as gemas e leve ao fogo, em banho-maria e incorpore aos poucos o líquido do cozimento, emulsionando sempre até ficar um molho cremoso. Junte o caviar e a cebolinha.
Consuma com arroz branco ou outro de sua preferência e uma salada verde ao seu gosto.
Ostra gratinada com zabaione de Noilly PRAT
Ingredientes (para 4 pessoas)
2 dúzia de ostras
20 cl de Noilly Prat (brand de vermouth Francês)
5 gemas de ovos
1 colher de sopa de creme de leite
Sal e pimenta
Preparo: Abra as ostras e tire-as de suas conchas, reservando a água da ostra. Filtrar essa água de ostra e despeje em uma panela. Levar a água para ferver fogo brando e colocar as ostras por 20 a 30 segundos (de acordo com o seu tamanho). Retire-os da água imediatamente e deixá-las escorrer. Lavar as cascas ocas com água corrente e coloque-as em uma cama de sal grosso em um refratário. Coloque uma ostra em cada um das cascas. Para o zabaglione Despeje 200 ml de água usada para cozer as ostras em uma panela. Adicione o Noilly Prat e deixe ferver e reduzir por 3 minutos, em seguida, retire do fogo. Adicione as gemas em uma tigela e bata-as com os líquidos até que estejam espumoso. Ainda mexendo, cozinhe por 3 minutos em fogo baixo, adicione o creme de leite e bata por mais alguns segundos antes de retirar do fogo. Coloque uma colher do zabaglione sobre as ostras e sirva em seguida.
Postado por S.A.R. Ewerton Reubens Coelho Costa – Arquiduque de Chantilly; Duque de Cognac; Conde de Stroganov; Barão de Gourmandise e Grão-Mestre desta Confraria às 10:39 Um comentário:
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Montserrat – Um doce sabor para uma mulher deslumbrante!
Eu não escondo pra ninguém que sou formiga! Mas sou uma formiga com classe. Assim sendo, eu estava na ânsia pra comer um bom doce, e me pus a rastrear na memória algo que eu ainda não tivesse preparado.
A resposta pra minha busca nem precisou me cansar a mente. Porque naquele momento eu estava ouvindo uma das músicas que mais gosto: How can I go on, na clássica interpretação em que Freddie Mercury & Montserrat Caballé cantaram na abertura das Olímpiadas de Barcelona, 1992. Pronto, já tinha daí o doce que eu faria. Como?
Sempre fui encantado pelo canto lírico – até já tinha cantando um pouco dele na época em que fiquei 4 anos em um coral da minha cidade – bons tempos… E para mim, depois de Maria Callas, Montserrat Caballé é a maior diva dessa área. Sempre ouvi muita coisa cantada por ela – interpretações singulares, como a da música citada anteriormente. O fato é que, no Brasil, muita gente também curte o trabalho dessa soprano espanhola, principalmente no sul.
E o pessoal do sul, curtem tanto que fizeram um doce para homenagear a Montserrat Caballé. Em 1998 essa grande diva lírica veio ao Brasil para algumas apresentações, numa dessas, em Pelotas, em 28 de março 1998, depois de sua apresentação num espaço público daquela cidade, Montserrat Caballé foi recepcionada na residência da Família Assumpção Gertrum – Villa Judith – onde lhe foi oferecido um jantar. Depois do jantar, doces finos de Pelotas foram presenteados à Montserrat Caballé, e um foi criado especialmente para ela, e lhe deram o nome de Montserrat – uma mistura de gemas, açúcar leite condensado e nozes. Os presentes no evento disseram que a cantora ficou imensamente lisonjeada com o carinho – e passaria a ser eternizada também através da fina doçaria pelotense.
A fama dos doces pelotenses já correu o Brasil todo, quiçá já os conhecem internacionalmente. São tão importantes que neste momento já consta em andamento no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, a salvaguarda deste patrimônio imaterial, através do Inventário Nacional de Referências Culturais – visando documentar a tradição dos doces finos e a tradição dos doces coloniais, para fins de registro como patrimônio imaterial brasileiro. O INRC-Região Doceira de Pelotas e Pelotas Antiga encontra-se em fase de registro no Livro dos Lugares, estando sendo elaborado um documentário sobre os resultados da pesquisa.
Devo aqui congratular a atitude da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Pelotas por ter se preocupado com a salvaguarda do patrimônio imaterial, neste caso de origem gastronômica, quando resolveu inscrever o projeto voltado ao inventário dos doces de Pelotas, pensando em preservar a arte doceira pelotense. Parabenizar ainda, ao pesquisadores do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), que se dedicaram com suas contribuições acadêmica e tiveram a missão de executar o projeto, aplicando a metodologia do IPHAN, no escopo de registrar e identificar a arte doceira.
Enquanto o documentário não sai, o jeito é preparar Monteserrast’s para me enfartar. Espero que vocês façam o mesmo.
Montserrat
30 gemas peneiradas
400g de açúcar
2 colheres (sopa) de manteiga
1 lata de leite condensado
250g de nozes moídas
Preparo: Para a massa de ovos, passe as gemas por uma peneira e junte o açúcar e a margarina. Leve ao fogo, mexendo até desgrudar do fundo da panela. Coloque em um prato untado com margarina e deixe esfriar. Para a massa de nozes, em uma panela coloque as nozes e o leite condensado e leve ao fogo, mexendo até desgrudar da panela. Passe para um prato untado com manteiga e deixe esfriar.Com a massa de ovos, faça docinhos no formato de croquetes. Reserve.Com a massa de nozes, faça umas trancinhas ou rolinhos de 10cm cada. Enrole cada trancinha, dando 2 voltas em cada docinho de ovos. Passe os docinhos em açúcar cristal.
Postado por S.A.R. Ewerton Reubens Coelho Costa – Arquiduque de Chantilly; Duque de Cognac; Conde de Stroganov; Barão de Gourmandise e Grão-Mestre desta Confraria às 12:45 Nenhum comentário:
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